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	<title>Comentários em: Sócrates convenceu quem?</title>
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	<description>«Fazer notícias é fácil. Difícil é compreender o mundo.»                  Joaquim Fidalgo</description>
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		<title>Por: Arrebenta - The Braganza Mothers : ICH BIN EIN ANT&#211;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!...</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-63</link>
		<dc:creator>Arrebenta - The Braganza Mothers : ICH BIN EIN ANT&#211;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!...</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 00:55:46 +0000</pubDate>
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		<description>[...] BIN EIN ANT&#211;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!...ICH BIN EIN ANT&#211;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!...ICH BIN EIN ANT&#211;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!... ICH BIN EIN ANT&#211;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!... ICH BIN EIN ANT&#211;NIO BALBINO [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] BIN EIN ANT&Oacute;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!&#8230;ICH BIN EIN ANT&Oacute;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!&#8230;ICH BIN EIN ANT&Oacute;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!&#8230; ICH BIN EIN ANT&Oacute;NIO BALBINO CALDEIRA!!!!!&#8230; ICH BIN EIN ANT&Oacute;NIO BALBINO [...]</p>
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		<title>Por: phillipevieira</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-19</link>
		<dc:creator>phillipevieira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 12:16:08 +0000</pubDate>
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		<description>Não estando completamente à vontade no sentido de saber se há direito de contraditório, ou não, parece-me que certos comentários aqui colocados são merecedores de uma apreciação da minha parte.

cláudia,

a meu ver os únicos momentos constrangedores foram quando o próprio Sócrates não conseguia dar resposta às questões. acho perfeitamente legítimo que lhe tenham sido feitas perguntas em relação às equivalências e à sua relação com os professores, pois sabe-se hoje, e mais a cada dia que passa, que essa não era uma &quot;normal&quot; relação entre aluno e docente.

marlene,
em relação à avaliação de Sócrates, acredito que a tentativa de evitar questões, de levar a entrevista por caminhos menos importantes foi uma clara mostra de insegurança. claro que ele não tinha uma posição fácil mas... quem não deve, não teme. em relação às sondagens, não sei a qual te referes, mas a da TVI/RCP teve por base eleitorado socialista. parece-me um resultado algo enviesado. mas aceito que posso fazer parte da minoria que não ficou esclarecida nem convencida e que não pode ignorar os &quot;buracos&quot; nas explicações do nosso primeiro.


luísa,
apesar de também partilhar da ideia de que a UnI deve ser muito bem investigada, não acho que Sócrates tenha explicado convincentemente as razões pela escolha Independente. por motivos laborais? a anterior faculdade já lhe deixava estudar em horário pós-laboral. prestígio?o curso de civil tinha dois anos na UnI aquando da isncrição de Sócrates. tempo suficiente para ganhar &quot;prestígio&quot;? já agora, a que tipos de pressões esteve sujeito Sócrates? ele próprio reconheceu que a forma como alcançou o diploma pode levantar dúvidas legítimas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não estando completamente à vontade no sentido de saber se há direito de contraditório, ou não, parece-me que certos comentários aqui colocados são merecedores de uma apreciação da minha parte.</p>
<p>cláudia,</p>
<p>a meu ver os únicos momentos constrangedores foram quando o próprio Sócrates não conseguia dar resposta às questões. acho perfeitamente legítimo que lhe tenham sido feitas perguntas em relação às equivalências e à sua relação com os professores, pois sabe-se hoje, e mais a cada dia que passa, que essa não era uma &#8220;normal&#8221; relação entre aluno e docente.</p>
<p>marlene,<br />
em relação à avaliação de Sócrates, acredito que a tentativa de evitar questões, de levar a entrevista por caminhos menos importantes foi uma clara mostra de insegurança. claro que ele não tinha uma posição fácil mas&#8230; quem não deve, não teme. em relação às sondagens, não sei a qual te referes, mas a da TVI/RCP teve por base eleitorado socialista. parece-me um resultado algo enviesado. mas aceito que posso fazer parte da minoria que não ficou esclarecida nem convencida e que não pode ignorar os &#8220;buracos&#8221; nas explicações do nosso primeiro.</p>
<p>luísa,<br />
apesar de também partilhar da ideia de que a UnI deve ser muito bem investigada, não acho que Sócrates tenha explicado convincentemente as razões pela escolha Independente. por motivos laborais? a anterior faculdade já lhe deixava estudar em horário pós-laboral. prestígio?o curso de civil tinha dois anos na UnI aquando da isncrição de Sócrates. tempo suficiente para ganhar &#8220;prestígio&#8221;? já agora, a que tipos de pressões esteve sujeito Sócrates? ele próprio reconheceu que a forma como alcançou o diploma pode levantar dúvidas legítimas.</p>
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	<item>
		<title>Por: O Embaixador</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-17</link>
		<dc:creator>O Embaixador</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 04:19:47 +0000</pubDate>
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		<description>Ele devia era de ter sido entrevistado na SIC ou na TVI. Se calhar até recebeu as perguntas com uma semana de antecedência :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ele devia era de ter sido entrevistado na SIC ou na TVI. Se calhar até recebeu as perguntas com uma semana de antecedência <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: audiências &#171; Comunicação Social</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-16</link>
		<dc:creator>audiências &#171; Comunicação Social</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 02:44:40 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Ler comentário à entrevista aqui. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ler comentário à entrevista aqui. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: luísa patrício</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-12</link>
		<dc:creator>luísa patrício</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 22:58:01 +0000</pubDate>
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		<description>e notoriedade não é adjectivo, é substantivo. 
mea culpa. mea culpa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e notoriedade não é adjectivo, é substantivo.<br />
mea culpa. mea culpa.</p>
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	<item>
		<title>Por: luísa patrício</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-11</link>
		<dc:creator>luísa patrício</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 22:44:18 +0000</pubDate>
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		<description>a escolha da uni foi explicada.
o senhor sócrates justificou com os factores proximidade e notoriedade (adjectivo que agora de perde com este caos).
achei que o sócrates revelou um certo à-vontade nas suas afirmações, mas demonstrou alguma exaltação que se entende quando se pode estar inocente e se recebe pressões de toda a parte.
tal como a marlene refere, penso que os jornalistas poderiam ter feito mais trabalho de casa. mas a flor pedroso é uma grande jornalista de política. na antena 1, não há melhor.
no fim disto tudo, resta dizer que agora as questões deveriam ser colocadas à uni. 
do tipo: &quot;um diploma emitido ao domingo? como?&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a escolha da uni foi explicada.<br />
o senhor sócrates justificou com os factores proximidade e notoriedade (adjectivo que agora de perde com este caos).<br />
achei que o sócrates revelou um certo à-vontade nas suas afirmações, mas demonstrou alguma exaltação que se entende quando se pode estar inocente e se recebe pressões de toda a parte.<br />
tal como a marlene refere, penso que os jornalistas poderiam ter feito mais trabalho de casa. mas a flor pedroso é uma grande jornalista de política. na antena 1, não há melhor.<br />
no fim disto tudo, resta dizer que agora as questões deveriam ser colocadas à uni.<br />
do tipo: &#8220;um diploma emitido ao domingo? como?&#8221;.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marlene</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-9</link>
		<dc:creator>Marlene</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 21:22:40 +0000</pubDate>
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		<description>Não digo que o sr primeiro-ministro me tenha convencido, mas não concordo com a tua avaliação da sua performance. A sua posição não era fácil, esteja ele &quot;inocente&quot; ou não. E, apesar disso, considero que passou uma imagem de relativa segurança e à-vontade. Acredito não ser a única a ter esta opinião, a avaliar pelos resultados das sondagens hoje apresentados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não digo que o sr primeiro-ministro me tenha convencido, mas não concordo com a tua avaliação da sua performance. A sua posição não era fácil, esteja ele &#8220;inocente&#8221; ou não. E, apesar disso, considero que passou uma imagem de relativa segurança e à-vontade. Acredito não ser a única a ter esta opinião, a avaliar pelos resultados das sondagens hoje apresentados.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: cláudia lomba</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-6</link>
		<dc:creator>cláudia lomba</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 14:05:05 +0000</pubDate>
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		<description>Eu lá consegui assistir à entrevista através do portal da RTP, com bastantes falhas, mas deu para acompanhar. Estando fora do país, e mesmo não tendo acesso à televisão portuguesa, só de acompanhar as noticias nos jornais (e principalmente de andar às voltas na blogosfera) fico espantada como é que este caso ganhou tamanha dimensão. 

Quanto à entrevista, não fiquei totalmente esclarecida. Acho que aqui a questão nem é “Sócrates convenceu quem?”, mas sim “a entrevista esclareceu quem?”, porque acho que o primeiro-ministro deve ter convencido alguém. Concordo em grande parte com o que disseste, excluindo o profissionalismo “evidente” dos dois jornalistas. Houve situações bastante constrangedoras na entrevista, em que foram feitas perguntas para as quais ninguém tinha uma certeza, como o caso das equivalências ou das notas terem saído em Agosto. Será que os jornalistas, com tantos dias de investigações, não conseguiam averiguar se isso é ou não um procedimento normal na UnI, ou mesmo noutras universidades? Têm que se saber as politicas do estabelecimento de ensino para se saber se um aluno cumpre ou não as regras que lhe são impostas. Os jornalistas limitaram-se a repetir as perguntas que têm sido feitas durante estas semanas, e ele deu as respostas que já tinha preparado. 

Sobre as influências que Sócrates exerce ou não sobre os jornalistas, deixo ficar um extracto da opinião de Martim Avillez Figueiredo: “
A ideia que passa neste país é que quem recebe telefonemas é vítima de pressão. Não é: as vítimas são apenas as que não resistem à voz que lhes fala. As outras, as que resistem, recebem telefonemas pelas posições que ocupam. Muitos telefonemas são legítimos: pretendem esclarecer, contextualizar, explicar. Outros tantos são perversos: desejam manipular, contrariar, influenciar. E os jornalistas, que fique claro, recebem (receberam) ambos. Deste Governo e de outros”. 

Quem quiser ler o texto na íntegra, pode fazê-lo através do link: http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/editorial/pt/desarrollo/920240.html  

(peço desculpa pelo tamanho do comentário. já parece um dos teus posts, phillipe :P )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu lá consegui assistir à entrevista através do portal da RTP, com bastantes falhas, mas deu para acompanhar. Estando fora do país, e mesmo não tendo acesso à televisão portuguesa, só de acompanhar as noticias nos jornais (e principalmente de andar às voltas na blogosfera) fico espantada como é que este caso ganhou tamanha dimensão. </p>
<p>Quanto à entrevista, não fiquei totalmente esclarecida. Acho que aqui a questão nem é “Sócrates convenceu quem?”, mas sim “a entrevista esclareceu quem?”, porque acho que o primeiro-ministro deve ter convencido alguém. Concordo em grande parte com o que disseste, excluindo o profissionalismo “evidente” dos dois jornalistas. Houve situações bastante constrangedoras na entrevista, em que foram feitas perguntas para as quais ninguém tinha uma certeza, como o caso das equivalências ou das notas terem saído em Agosto. Será que os jornalistas, com tantos dias de investigações, não conseguiam averiguar se isso é ou não um procedimento normal na UnI, ou mesmo noutras universidades? Têm que se saber as politicas do estabelecimento de ensino para se saber se um aluno cumpre ou não as regras que lhe são impostas. Os jornalistas limitaram-se a repetir as perguntas que têm sido feitas durante estas semanas, e ele deu as respostas que já tinha preparado. </p>
<p>Sobre as influências que Sócrates exerce ou não sobre os jornalistas, deixo ficar um extracto da opinião de Martim Avillez Figueiredo: “<br />
A ideia que passa neste país é que quem recebe telefonemas é vítima de pressão. Não é: as vítimas são apenas as que não resistem à voz que lhes fala. As outras, as que resistem, recebem telefonemas pelas posições que ocupam. Muitos telefonemas são legítimos: pretendem esclarecer, contextualizar, explicar. Outros tantos são perversos: desejam manipular, contrariar, influenciar. E os jornalistas, que fique claro, recebem (receberam) ambos. Deste Governo e de outros”. </p>
<p>Quem quiser ler o texto na íntegra, pode fazê-lo através do link: <a href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/editorial/pt/desarrollo/920240.html" rel="nofollow">http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/editorial/pt/desarrollo/920240.html</a>  </p>
<p>(peço desculpa pelo tamanho do comentário. já parece um dos teus posts, phillipe <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  )</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Hugo Torres</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-5</link>
		<dc:creator>Hugo Torres</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 13:48:20 +0000</pubDate>
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		<description>a mim. e irrita-me essa questão «da sua influência sobre os jornalistas». parece-me diminuidor para estes últimos e mostra de alguma ingenuidade - ou esquecimento - face à verdadeira e declarada fonte de pressões - o poder económico. e agora apresentem-me grelhas longuíssimas e infinitamente promiscuas entre este e o poder político, bla bla bla...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a mim. e irrita-me essa questão «da sua influência sobre os jornalistas». parece-me diminuidor para estes últimos e mostra de alguma ingenuidade &#8211; ou esquecimento &#8211; face à verdadeira e declarada fonte de pressões &#8211; o poder económico. e agora apresentem-me grelhas longuíssimas e infinitamente promiscuas entre este e o poder político, bla bla bla&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sócrates convenceu quem? &#171; O Eclipse</title>
		<link>http://csocial.wordpress.com/2007/04/12/socrates-convenceu-quem/#comment-4</link>
		<dc:creator>Sócrates convenceu quem? &#171; O Eclipse</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 08:24:21 +0000</pubDate>
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		<description>[...]  Para ler a versão integral deste post, consultar aqui. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...]  Para ler a versão integral deste post, consultar aqui. [...]</p>
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