Abril 16, 2007
A MediaMonitor aponta que os quatro canais generalistas (RTP1, RTP2, SIC e TVI) passaram mais de 1372 horas de publicidade comercial durante o primeiro trimestre de 2007.
Tal como o que é recorrente nas audiências, também nas emissões publicitárias a TVI lidera com 42,2 % do valor total, seguida da SIC com 34,4 %, da RTP1 com 21,2 % e da RTP2 com 2,2%.
Uma altura (não sei precisar a data), Eduardo Cintra Torres disse no Público, que acabar com a publicidade na RTP1 seria uma decisão corajosa e indispensável na reestruturação do canal do estado, e que desse modo, se poderia ter um serviço público mais completo e livre das pressões de mercado.
[Seria essa a solução? Será a publicidade o problema maior da RTP?]
Neste sentido, caberia às restantes estações (SIC e TVI) o grosso das transmissões publicitárias.
E na corrida por um espaço no meio privilegiado que é a televisão, um planeamento de meios tem que negociar as melhores formas de rentabilizar um anúncio publicitário. O canal da Media Capital é, sem dúvida, o melhor investimento nessa área. Ao ter um share de audiências máximo, tem todas as características para responder de forma positiva a este mercado.
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Publicidade, Televisão |
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Publicado por c.lima
Abril 16, 2007
De há umas semanas para cá que o jornal Público oferece, durante o fim-de-semana, um volume de uma impressionante colecção de música portuguesa composta por 30 CD’s.
Cada volume comporta três , sendo que cada um obedece a um tema específico, quer seja o formato acústico, o melhor dos anos 50/60 ou, mesmo, o rock português.
Para quem, confesso-o aqui, tinha algum desconhecimento acerca daquilo que se havia feito na música portuguesa, esta colecção vem carregada com o espírito de uma epifania.
Por me proporcionar a oportunidade de melhor conhecer a música do meu país, agradeço ao jornal – não, esta não é uma tentativa de bajulação ao JMF.
Para quem não tem, recomendo vivamente!
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Projectos |
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Publicado por phillipevieira
Abril 15, 2007
Embora sem confirmação, por se tratar de uma reivindicação de uma organização desconhecida, o site do JN noticiava, às 17h35 de hoje, ter sido executado jornalista da BBC sequestrado na Faixa de Gaza. A confirmar-se, tratar-se-á de Alan Johnston, raptado a 12 de Março último e que, segundo Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, estava, há 3 dias, “vivo e de boa saúde”.
Embora de forma diversa da, até agora, discutida neste espaço, estamos perante um outro modo de utilização de jornalistas para fins terceiros?
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Jornalismo |
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Publicado por Rui Afonso
Abril 13, 2007
A proposta de alteração do Estatuto do Aluno do Ensino Não-Superior foi, ontem, aprovada em Conselho de Ministros.
“Passa a ser da responsabilidade dos conselhos executivos das escolas a decisão final sobre todas as medidas disciplinares, com excepção das medidas de transferência ou expulsão, cuja aplicação deverá envolver também as direcções regionais de Educação”, referiu a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
A ministra da Educação concordou, ontem, mais uma vez, com os motivos invocados para a alteração. A governante disse que, ao fim de quatro anos de vigência, a lei revelou-se insuficiente para resolver os problemas disciplinares nas escolas, “sobretudo devido à sua excessiva burocratização ao nível de procedimentos”.
De acordo com o panorama geral nas escolas e perante a insubordinação e violência, penso que esta alteração é muito importante para o desempenho dos professores e consequentemente para os alunos.
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Cidadania, Publicações |
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Publicado por Sound
Abril 13, 2007
Na polémica lançada em torno da licenciaura do primeiro-ministro, foram relatados alguns casos de pressões sobre jornalistas. Ontem, a ERC ouviu representantes de três dos órgãos mais visados: Público, SIC e Rádio Renascença.
Todos confirmaram que os seus jornalistas foram contactados pelo gabinete do primeiro-ministro, mas que as notícias produzidas não foram influenciadas por qualquer tentativa de pressão.
Ora, sabendo-se que a notícia foi publicada pelo Público e que apenas a Renascença e , duas semanas depois, o Expresso trabalharam sobre a mesma, parece legítimo perguntar porque motivo outros órgãos de informação não fizeram o mesmo?
Consideraram que não havia ali valor-notícia? Pensavam que era informação demasiado sensacionalista para ser publicada em órgãos de informação sérios e de referência? Ou terão sido pressões e ameaças de processos nos tribunais que levaram algumas redacções a fazer de conta que a licenciatura do nosso primeiro-ministro é clara como água?
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Deontologia, Jornalismo |
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Publicado por phillipevieira